sábado, 20 de fevereiro de 2010




Que bom que ainda posso ver a lua,
E senti-la piscando no efeito das minhas lágrimas
E ainda restam ao meu alcance uma ou duas estrelas
Mesmo estagnada no meu tempo,
 sinto o tempo passando através das nuvens.
Que não param de movimentar-se formando paisagens celestiais...
Paisagens cósmicas...
Que bom que a forma quase circular da lua,
 não me lembra os círculos perfeitos das geometrias...
Mas, me lembra o movimento,
 e a vida...me lembra o novo.
Sinto cheiro de vida, através do vento, 
e das folhas do mamoeiro sacudindo
Sinto cheiro de vida...
mesmo através da minha dor.

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