sexta-feira, 26 de março de 2010

Amar

De tudo ao meu amor serei atento

Antes, e com tal zelo, e sempre, e tanto

Que mesmo em face do maior encanto

Dele se encante mais meu pensamento.



Quero vivê-lo em cada vão momento

E em seu louvor hei de espalhar meu canto

E rir meu riso e derramar meu pranto

Ao seu pesar ou seu contentamento



E assim, quando mais tarde me procure

Quem sabe a morte, angústia de quem vive

Quem sabe a solidão, fim de quem ama



Eu possa me dizer do amor (que tive):

Que não seja imortal, posto que é chama

Mas que seja infinito enquanto dure.
Sei que sou assim

Intrasigente, complicado

Até demais

Sei que sou assim

Cabeça dura tipo que não

Volta atrás

Eu reconheço os meus defeitos

Mais sei que ninguém é

Perfeito

Tente entender

E pra sentir a falta que

Você me faz

Preciso de um

Tempo, um motivo a mais

E às vezes eu preciso

De um tempo só

Pra me entender comigo



Uma encontro, um papo em

Algum lugar

Não vai fazer eu te esquecer,

Deixar de amar

É na distância que eu

Descubro o que eu preciso

Seu abraço é meu abrigo



Deixa eu sentir

Saudade de você

De você, de voce....

Deixa eu sentir

A falta que você

Que você me faz

Deixa eu sentir vontade de te ver

De te ver, de te ver...

Um pouco de ciúme nunca

É demais

Nunca é demais